quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

play list internacional tumblr


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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Play list tumblr

Speechless (Acoustic Version) – Morning Parade
Wait For The Morning – Amy Stroup
Up In Flames - Coldplay

- Blue Foundation - Eyes On Fire 

Kevin Daniel "Guarded"

Bon Iver - I Can't Make You Love Me

The Fray - Happiness

 

 

 

Não vou te dar

Não vou te dar mil motivos pra ficar.Não vou falar que sou sua melhor opção que igual a mim jamais ira encontra. De uma coisa esteja certa,existe milhões melhores do que eu.Tudo que eu sinto eu coloco em um papel é meu jeito de te falar não importa o tempo eu vou te esperar.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Poemas

Você sabe onde está seu coração?
Você acha que você pode encontrá-lo?
Ou você o trocou por algo
Algum lugar melhor para tê-lo?
Você sabe onde está seu amor?
Você acha que o perdeu?
Você se sentiu tão forte, mas
Nada ficou do jeito que você queria

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sugestão de livros













 






Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão  morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.



Como se já não bastasse

Como se já não bastasse a minha dor de cabeça e todas as minhas rugas, minha mãe fazia questão de me encher o saco, e de ressaltar que ela avisou. Avisou que não seria como eu estava esperando e que choveria ao invés de fazer sol. Tá mãe, você está certa. Como sempre. E eu quebro a cara, de novo. Como sempre. Eu torno à minha cama com o único intuito de esquecer de tudo, inclusive dele. Vou pra cama esquecendo-o no meio do caminho, mas quando lembro que esqueci, já lembro-o de novo. Droga! Essa dor de cabeça está me matando, e a falta dele mata mais ainda. E pra completar todo o meu estresse, minha mãe chama a minha tia linguaruda. Eu juro que se ela vier perguntar como anda o namoro, eu vou dar um tapa na cara dela. Hoje não é o meu dia. Quer dizer, nunca foi. E ela nunca teve tanta intimidade de falar assim comigo. Meu namoro vai bem tia, não tenho novidades e espera só mais um pouquinho, preciso tomar um remédio pra dor de cabeça. Ah, e eu não volto. E ela grita lá do fundo, pedindo realmente um tapa na cara: “Eu acho melhor você passar algum creme anti-rugas.”. Jura tia? É só o que me faltava. Minha mãe e minha tia reunidas em um único objetivo: cagar no que já está cagado. Ou seja, piorar a minha situação. Semana passada eu podia jurar que já tinha passado essa minha mania de querê-lo, querer e querer. Passa, por uma ou duas horas, passa enquanto to vendo aquele filme chato, ou quando estou ouvindo minhas amigas falarem sobre a transa maluca da segunda. Sou convidada para sair e me distrair, mas ainda sim, minhas rugas não me deixam. Tal como ele. E pior que marcas no corpo, são marcas no coração. E eles deixa os dois. Simples. Estudo horas consecutivas e o meu único pensamento é nele. Que idiotice, não é? Até parece que eu sou tão melosa e enjoativa assim. Eu só sou um clone dele, que sofre atoa e que insiste em dançar sozinha. E sabe de uma coisa? É ótimo dançar sozinha. E sabe de mais uma coisa? Seria melhor ainda se eu pudesse dançar com ele. Não há porquê se despedir, se no final ele sempre volta. Volta porque assim como eu, não esquece. Volta porque ele pode até preferir um open bar ou uma festinha “suck my ass, i’m free”, mas ainda sim, prefere estar comigo deitado debaixo de um cobertor. Aproveite esse tempo que seu orgulho está no topo, e seja livre. Eu já sou livre, e não preciso querer ser presa a alguém. E é o fim constar que não há mais alternativas além dessa que você escolheu. Boa sorte. Você escolheu, apenas não volte querendo uma segunda chance ou pedindo desculpas. Quem faz 2, pode não fazer 3. Mas quem faz 10, com certeza fará 11. Porque seria muito simples, você sair pra ver como é o mundo lá fora, sabendo que pode voltar pra casa, e encontrar roupa lavada, café na mesa, e uma mulher pra te dar o que quiseres. É simples demais amar feito macaco, que pula de galho em galho. Quero ver aturar tudo, esse conjunto que nós mulheres carregamos. É por isso que nós não fomos feitas para homenzinhos, desses que se desculpam por tudo, e que acabam tendo tudo para se desculpar no final. Desculpas são utilizadas quando se pisa no pé de alguém, ou quando se esbarra. Quando você deixa uma mulher com dor de cabeça por mais de uma semana, com rugas mais visíveis que o visível e com uma saudade imensa, não há pedido de desculpa ou perdão que resolva. Não precisava ser assim. Não precisava existir um adeus. Não precisava existir um termo de “assina aqui e malas despachadas em cada casa”. Era pra ser tudo, menos essa merda que você fez a gente se tornar. Mas, deixa pra lá, não tem melhor jeito de dizer adeus. Vai ver minha mãe fala para entregar a Deus pra descarregar um pouco dessa bagagem exaustiva e dramática de mim. “Menina tu passa por 3 quilômetros de distância e a gente já sabe que você está de mal humor.” Não é mal humor não mãe, é saudade. É que ele saí sem falar nada, e volta falando tudo. E ele poderia vir e dizer logo que, adeus não é a palavra correta pra nós. Dizer que é sexo sem compromisso, ou uma viagem pra espairecer a mente, mas a-d-e-u-s não. Porque sei lá… acho que essa é a única palavra que me desconserta todinha. E por mais que sinta falta, não aceito migalhas. Ou transa ou saí de cima! Não gosto de gente que fala que vai embora, mas que faz questão de voltar pra piorar tudo. Isso é idiotice, coisa de moleque, coisa sua. Sua e de todos os homens comuns que se igualam ao seu nível de querer voltar só quando convir. TOC TOC, “Oi, estive passando por aqui, e está frio. Tem um abrigo pra mim aí?” Não seu canalha, não tem lugar pra você aqui! Você ocupa espaço demais, e você não vale tudo isso. Faz parte de uma brincadeira você largar alguém no meio da noite, sem ao menos um bilhete escrito: “Fui comprar o pão, volto ano que vem.”? Se faz parte da sua brincadeira, parabéns, está efetuando-a muito bem. Odeio desmantelo, odeio desculpas, principalmente quando isso envolve você. Até já imagino a cena: Você me olha com esses seus olhos claros e sorri, como se não houvesse nada a esclarecer. E eu viro as costas, preferindo mil vezes escutar a minha tia chata, do que raciocinar e remoer as suas explicações fajutas. Tia, voltei.
Alugue Felicidade e Orquestrando. 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Uma historia fofa

Havia uma menina, que estava brincando no parque, quando viu uma foto, na grama. Desde aquele dia, ela a guardou, e tentou encontrar a pessoa que nela estava. Sem sucesso. Então, ela se casou e, um dia, seu marido perguntou quem era o garoto que estava em sua carteira. A menina respondeu, “meu primeiro amor”. O rapaz sorriu, e disse: “eu perdi essa foto quando tinha nove anos.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sugestões de Livros >> Ponto de impacto


                                          







PONTO DE IMPACTO

Quando um novo satélite da NASA encontra um estranho objeto escondido nas profundezas do Ártico, a agência espacial aproveita  a descoberta para contornar uma séria crise econômica e de credibilidade, gerando sérias implicações para a política espacial norte-americana e, sobretudo, para a iminente eleição presidencial. Com o objetivo de verificar a autenticidade da descoberta, a Casa Branca envia a analista de Inteligência Rachel Sexton para o local. Acompanhada por uma equipe de especialistas, incluindo o carismático pesquisador Michael Tolland, Rachel se depara com indícios de uma fraude científica que ameaça abalar o planeta com uma profunda revelação. Antes que Rachel possa falar com o presidente dos Estados Unidos, ela e Michael são perseguidos por assassinos profissionais controlados por uma pessoa que é capaz de tudo para encobrir a verdade. Em uma fuga desesperada para salvar suas vidas, a única chance de sobrevivência para Rachel e Michael é desvendar a identidade de quem se esconde por trás de uma conspiração sem precedentes.

Autor: Dan Brown
Editora: Sextante
Ano de Lançamento2005



Link aqui 

Lista de musicas do filme amanhecer parte 2


Lista de musicas do filme Amanhecer parte two 
A grande novidade desta vez é a presença do Green Day na trilha. “Quando fomos convidados para fazer parte da trilha sonora de Amanhecer – Parte 2, nós prontamente concordamos, porque os filmes são um fenômeno cultural insano, e temos sido sempre impressionados com a maneira como as trilhas sonoras de ‘Crepúsculo’ são tão cuidadosamente tratadas”, contou o baixista do Green Day, Mike Dirnt



Dá uma olhada na lista de músicas:
“Where I Come From” — Passion Pit
“Bittersweet” — Ellie Goulding
“The Forgotten” — Green Day
“Fire In The Water” — Feist
“Everything And Nothing” — The Boom Circuits
“The Antidote” — St. Vincent
“Speak Up” — POP ETC
“Heart of Stone” — Iko
“Cover Your Tracks” — A Boy and His Kite
“Ghosts” — James Vincent McMorrow
“All I’ve Ever Needed” — Paul McDonald e Nikki Reed
“New For You” — Reeve Carney
“A Thousand Years (Part Two)” – Christina Perri
“Plus Que Ma Prope Vie” — Carter Burwell

O NATAL >> Tati bernardi

Querido Papai Noel,
Esse ano fui uma menina muito boazinha. Passei fio dental, paguei todas as minhas multas e usei camisinha. Por isso, queria te pedir um presente. A última vez que te escrevi uma cartinha eu devia ter uns seis anos. Depois disso, o Thiago, o menino ranhento da minha classe, riu bem alto de mim, me apontando enquanto girava no gira-gira. Ela acredita! Ela acredita!Pois é, eu acreditava, e morri de vergonha. E nunca mais quis saber de você. Por causa do trauma de ser inocente e do dedo apontado do menino cheio de ranho, você virou um velho tarado que fica de pau duro em shopping, querendo mais é sentar as jovens mães em seu colo barato. O mundo foi ficando feio e cínico e com cheiro de saco de Papai Noel que não tem tempo de lavar a única calça abafada.Mas esse ano fui uma menina boazinha e resolvi resgatar o 0,1% de crença que ainda existe em mim e te fazer esse pedido. Eu acredito, Papai Noel. Eu acredito no amor. Coisa que tá muito mais difícil de acreditar do que num velho fazedor de brinquedo e seus viadinhos sobrevoando nossas cabeças. Se eu te contasse como foi minha vida amorosa nesses últimos anos, Santa, você diria: pegue seus livros, um vibrador e se mude agora para o Pólo Norte!Congelada e solitária talvez você viva melhor! Mas cara, quer dizer, Papy, vou te falar que sou taurina e teimosia é meu sobrenome (na verdade é Pinto, mas acho que dá no mesmo). E eu ainda acredito no amor. Eu acredito! Volto agora pra cena macabra da infância.Thiago tem apenas sete anos. Ele gira, gira. Segura com uma mão o brinquedo e com a manga do outro bracinho gordo ele limpa seus ranhos. Escuta aqui, moleque, mas escuta bem: eu acredito que dá pra sonhar. Dá pra sonhar seu desgraçadinho entupido! Ouviu? Assopra tapando o nariz pra destampar esse ouvido!Noel, cara, eu cansei. Só quero que seja natural, simples, fácil e bom. Não quero falar o que meus amigos me mandam falar porque se eu falar o que eu tenho vontade de falar poucos vão ficar. Eu não quero poucos. Eu não quero muitos. Eu quero um. Um amor. Só um já tive bastante do resto que parece amor, já fiz bastante do resto que parece amor, já provei bastante pro Thiago que ele tava certo em relação a girar e rir e não acreditar e escorrer pelo nariz de medo de ficar aqui dentro. Agora eu quero sentar no seu colo, sem você ficar de pau duro, e quero que exista alguma porra de pureza nessa vida.

Tati Bernardi

Voce quer mesmo morar comigo ? Gabito nunes

Você quer mesmo morar comigo?



Sou eu, de novo. Foi mal, precisei sumir um tempo. Você me pegou de surpresa e eu tinha de pensar. Por isso não atendia telefone, campainha, carteiro e tudo isso. Mas aposto que você nem chorou. Não como eu chorei. Você nem é disso. Então, dei esse tempo pra mim. Pra nós, principalmente. E resolvi aceitar sua proposta, se tiver de pé. E aí, você quer mesmo morar comigo? Se não mudou de ideia, estou pronta.

Falei com minha mãe. Ela disse que não era bem assim, que eu ia me arrepender, que tudo tem seu tempo. Mas bati o pé. Disse que estava decidida. Tudo no seu tempo, mas do meu jeito. Viu como é quando quero uma coisa? Vai se acostumando. A coisa está um inferno por aqui. A velha achou mais um nódulo e vai fazer uns exames na terça-feira. Deve ser benigno outra vez, mas ela quer porque quer ter um câncer. Na boa, não deve ser o sonho de toda mãe, mas certamente é o da minha. Essa será a sua sogra, o que você acha? Dá tempo ainda de mudar de ideia, só me avisa.

Senti sua ausência. Quero dizer, minha ausência. Mas foi bom. Se ficar longe foi essa tortura, ficar tão perto não deve ser tão ruim assim. Mas ainda não penso que seja amor, não me convenci disso. É melhor. Sei lá, a palavra “amor” me remete a uma casa, um homem e uma mulher, cachorros, contas a pagar, planos de morar num lugar maior. Não dá pra ser amor entre duas crianças grandes num apartamento de um quarto só, dá? Tem muito mais entre a gente, essa incógnita de dois que sabem que não foram feitos pra durar. Você não quer saber nada do meu passado, eu quero saber do seu, mas você quase não abre a boca, e só diz o que interessa. Mas tudo bem, de verdade. Ou bom ou pra sempre. As duas coisas são incompatíveis.

Minha mãe disse que não ia dar certo. E eu nem falei nada. Contei apenas que ia morar com alguém, pra dividir as despesas, essa coisa de preciso-do-meu-espaço, de ser independente e blá-blá-blá. Mas a coroa sacou na hora. Ela sabe que sou individualista, que gosto de comida na hora, que me nego a pagar a luz. Era meio óbvio que a força motriz só podia ser algo maior, não é? Mas deixei ela pensando o que quisesse, como ela faz com os abcessos achando que é algum tipo letal de sarcoma. As brigas podem esperar, não é? Diz alguma coisa.

Voltei a ir na minha analista. Eu sei que você a odeia, diz que ela quase destruiu a gente uma vez, mas para de ladainha, poxa. Ela me ajudou. Sério! Esse negócio de deixar minha mãe pra trás. Racionalizei a minha culpa e percebi que estava sendo idiota. O que separa o passado inaceitável do recomeço inevitável é o período em que você para de negar e se permite sentir raiva. Muita raiva. Não foi bem isso que ela falou, mas foi o que entendi. Ou quis entender. Eu queria morar contigo e pronto. Tem lugar para os meus sapatos? Talvez aquela ideia de pendurar tudo num saco pra fora da janela não seja tão estúpida. Brincadeira. Aposto três meses de aluguel adiantado que você consegue lugar pra mim dando um jeito naquele seu roupeiro. Você pode doar algumas camisetas, as mais desbotadas, ou seja, quase todas. Agora me dei conta do que falei, então não pensa que já estou tentando te mudar, óquêi?

Acho que semana que vem estou pintando aí. Estou com vontade da tua boca. Só me sinto segura perto dela, assim eu sei que ela não está fazendo bobagem por aí. Fez frio esses dias. Você não acha? E olha que já é novembro. Mas pra você tanto faz, nunca vi tão calorento. Seja julho ou fevereiro, você sempre acorda empapado. Anda com algum sonho ruim? É comigo? Se for, não me conta, não quero saber. Dormindo contigo, eu nunca me sinto gelada, pelo menos, adoro acordar de manhã com a lombar cheia do seu suor. Aliás, precisamos ver umas cortinas para o seu quarto. Opa, nosso quarto. Ainda não me acostumei. Vai levar um tempo. Tomara, porque se a gente começar a se sentir casado, vamos estragar tudo. Também pensa assim? Estou contando os dias. Quero sentir o cheiro da sua cama bagunçada de novo. E assistir você caminhar nu até o banheiro. Sua bunda é fofa.

Não vamos ter filhos. Nunca. Tudo bem pra você? Se bem que nunca é uma palavra que não funciona nunca comigo. Nunca. Eu disse que nunca ia morar contigo. Que nunca mais queria te ver. Gritei uma vez pra você nunca mais tocar em mim, lembra? Mas é que você faz isso tão bem. É como se o meu corpo fosse teu. Um brinquedo que você monta e desmonta, vai mexendo nos parafusinhos, fuçando peça por peça, sem nem precisar ler o manual.

Sei lá, não me pergunte como consegui dar essa desaparecida. Quando estava de pé queria ficar sentada, quando me sentava precisava levantar. É como dirigir à noite numa rua deserta e toda esburacada. Uma agonia doida. Um vazio. Uma vontade de sair da própria pele e telefonar, só pra te ouvir falando suas monossílabas pra dentro. Talvez resistisse mais, assinando uma tevê com mais canais ou engordando a geladeira. Mas eu só deitava e esperava. Se eu resolver outra vez ficar longe, pelo menos espero que me dê um bom motivo. Faz isso por mim? Digo, se for pra dar errado, você pode me fazer o favor de ferrar com tudo de uma vez?

Me sinto ridícula escrevendo essa carta. Eu saí tanto de mim pra entrar na tua que até me sinto uma estranha dentro de mim mesma. E eu sempre tive medo de estranhos. Entende? Você está aí ainda? Você também deve estar achando patético ler isso. Te conheço. Eu não sei se você também não sabe o que mesmo estamos tanto esperando para nos encontrar.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Livros para Dowload >> O CASAMENTO Nicolas Sparks







LINK AQUI

“Será possível um homem mudar de verdade? Ou será que o temperamento e os hábitos constituem as fronteiras imutáveis da nossa vida?”
 
" Sim, concluí : é possível um homem mudar de verdade.''
''Os eventos desse ano me ensinaram diversas coisas sobre mim mesmo, além de algumas verdades universais. Aprendi que, apesar de ser fácil magoar quem amamos, é bem difícil fechar essas feridas. Mas o processo de cura dessas mágoas me proporcionou a experiência mais rica que já tive na vida, levando-me a acreditar que, embora eu tenha estabelecido expectativas altas demais para ser alcançadas em um único dia, menosprezei o que seria capaz de fazer ao longo de um ano. Acima de tudo aprendi que é possível que duas pessoas se apaixonem outra vez, mesmo quando existe entre elas uma vida inteira de decepções."


Tive o prazer de ler mais um grande sucesso, do na minha opnião, um dos maiores romancistas dos últimos tempos. E devo dizer que foi uma leitura totalmente surpreendente.

Antes de começar a resenha pergunto. Vocês já leram o livro ''Diário de uma Paixão''? Ter visto o filme também conta ;D
Em Diário de uma paixão, Sparks nos apresenta a encantadora história de amor entre Noah e Allie, um casal separado por muitos anos, e que ao se reencontrarem, enfrentam diversas provas para ficarem finalmente juntos.

Agora vem a pergunta. Porque você está nos contando isso? Acontece que ''O Casamento'' é um livro que continua a história de ''Diário de uma paixão''.

Em ''O Casamento'' nos é contada a vida de Jane, filha do casal Noah e Allie, que é casada com Wilson Lewis, por quem sempre foi muito apaixonada.

Após 30 longos anos de casamento com um advogado de sucesso, porém nada romântico, que acabou por se habituar a longas jornadas de trabalho, sobrando assim pouco tempo para a família, Jane caba por ficar muito desiludida, pois o amor que sempre sonhou para sim, como a linda história dos pais, não estava acontecendo. Sentindo assim, que seu amor por seu marido estava morrendo.
Wilson Lewis só passa a perceber que algo está errado, no seu aniversário de casamento, que ele acabou por esquecer. Ao notar a profunda tristeza de sua mulher, como se esse fato fosse a gota d' agua de um problema muito maior.
'' Mas vocês  faziam parecer tão fácil... Noah balançou a cabeça.
  Só que não foi. Nem sempre. Todas aquelas cartas que eu escrevia para ela eram uma forma de lembra-la não apenas do amor que eu sentia, mas também da promessa que tínhamos feitos um ao outro.''

Até então ele acreditava estar tudo bem, mas depois desse ''incidente'' ele começa a se questionar sobre seu casamento, e sobre a possibilidade de sua mulher ter deixado de ama-lo.

Decidido a mudar sua vida, com ajuda do seu sogro Noah, ele se inspira na famosa e comovente história de amor dos pais de Jane, e faz tudo para reconquistar o amor de sua esposa.

TOCANTE E SURPREEDENTE 

Hoje não deu para definir o livro em uma palavra. Pois além de muito lindo, emocionante, ele me surpreendeu muito. Não é de hoje que venho reclamando dos romances de Sparks estarem ficando muito parecidos... (um lindo casal, um fim de semana magico e alguém morto no final, fim!) no entanto dessa vez foi muito diferente. Para começar eu AMO o livro ''Diário de uma Paixão'' sua história é muito romântica, e ter a oportunidade de ver meus queridos personagens mais velhos, muitos anos depois e ainda apaixonados é revigorante. Ver seus filhos então! É tão lindo, pois além de Jane, temos a oportunidade de conhecer seus irmãos muito fofos .

E Wilson apesar de ser  genro, é muito ligado ao sogro, esta sempre o visitando mesmo sem a esposa, e pedindo conselhos. Sendo ele totalmente desprovido de romantismo, é o sogro com seu passado de amor que vai modifica-lo.

A história é intercalada entre o passado e o presente, onde vamos vendo como Winson e Jane se conheceram, a narração é  dividida entre o casal.
A história é bem leve, do tipo que você precisa ter um lenço junto rs
Mas o mais surpreendente é o inesperado final, que eu não imaginava nem remotamente, no entanto adorei!
Quem não leu o ''Diário de uma paixão'', não se preocupe, pois da para entender e se emocionar muito com ''O Casamento'', pois Spaks muito esperto, fez alguns resuminhos do livro para quem não leu, e colocou na história. 

Tirado do blog papo sobre livros

Onde se encontra a felicidade ?



Lagrimas de sangue escorrer em minha face, são tão dolorosas, perdi minha passagem para a felicidade, talvez eu tenha perdido o meu próprio ser, A FELICIDADE . Por onde procurar ? o que eu tenho que passar? Quantas vezes vou ter que cair ? pra achar essa tal de FELICIDADE, que deixa todo mundo feliz sorrindo atoa pelos cantos. Alguém poderia me dizer onde achar?Alguém poderia me explicar o que é preciso para ser feliz .
 Será que eu acho a felicidade em mim? Ou tá em você?  Ou tá escondida em um lugar que eu não posso ir bem fundo pra quando eu estiver lá em baixo vai me reergui .

Citações de machado de assis

“A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo.”
— Machado de Assis – Dom Casmurro

terça-feira, 27 de novembro de 2012

As vezes



As vezes é melhor deixa o barco correr não ter o que dizer .
Não precisar dizer nada, queria que alguém pra me entender .
Nesse silencio nesse vazio, a espera dói a esperar é a ausência 
Isso te corroi te destrói por dentro te mata pouco a pouco
O cansaço já não é o suficiente  me jogo no mundo quero me perder mais quero achar uma razão um motivo. Vou me rastejar até meus joelhos sangrarem vou ter que continua sem motivos sem nada .  Pra quer ? por quer?

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Tudo que eu te peço



Tudo que eu te peço é que fique do meu lado mesmo quando estivermos em crise, mesmo que nosso mar esteja agitado com ondas gigantes e temporais demorados, mas nós sabemos que o sol vai raia no outro dia que nós somos fortes o suficiente pra aguentar que no final vai dá tudo certo, que o amor o carinho o respeito à paciência vencem tudo e não a situações que não podemos resolve. Fica eu não aguento te perder fica, fica. Não sou nada sem você faço tudo viro o mundo pra não te perde. Eu vou te proteger eu tenho necessidade disso, e presta bem atenção eu não vou fazer você sofrer como todas as outras sou capaz de ficar em cacos pra te ver bem eu necessito de você bem me importo mais com você do que comigo e jamais te faria chorar ou te diria algo que eu não tenho certeza pra te iludi eu gosto tanto de você, enterrar seu passado e pensa só no agora. E todas suas decepções, frustrações que sirva de aprendizado. Não pra você fazer exatamente igual nem se vingar, mas levar como experiência para o bem nos sabemos o quanto é ruim sofrer o quanto dói então, não vamos fazer o mesmo com ninguém e sim não fazer o que já nos fizeram.

Sugestão de livros

Oi gente ! hoje vamos falar do livro de john fante pergunte ao pó, lembrando que o blog está aberto a discurssões sobre o livro quer dizer tá aberto pra tudo (haha) Enfim vamos lá. No inicio eu não tava entusiasmada com o livro por ser um pouco complexo, mas depois eu me interessei e não parei de ler o livro e eu li em pdf que complica mais ainda por que você passar 2 horas na frente de um computador lendo. (maaas com certeza vale apena) Porem as vezes o dinheiro não dar pra compra e utilizamos esse maravilhoso meio que é a internet um salve pra o criador. Pergunte ao pó é uma preciosidade da literatura,escrito com muita objetividade e bom humor. Enfim Sugiro que leia e pra quem quiser o link está aqui 


                                        




Arturo Bandini é um jovem americano descendente de italianos que mora em Los Angeles num quarto de hotel simples, muito simples, e que não tem um tostão no bolso.
“Uma noite, eu estava sentado na cama do meu quarto de hotel, em Bunker Hill, bem no meio de Los Angeles. Era uma noite importante na minha vida, porque eu precisava tomar uma decisão quanto ao hotel. Ou eu pagava ou eu saía: era o que dizia o bilhete, o bilhete que a senhoria havia colocado debaixo da minha porta. Um grande problema, que merecia atenção aguda. Eu o resolvi apagando a luz e indo para a cama.”
O trecho acima entre aspas é o primeiro parágrafo do romance “Pergunte ao pó” (José Olympio, 208 págs.), do escritor americano John Fante (1909-1983). É complicado falar de um livro tão importante e tão vibrante. “Pergunte ao pó” é venerado por milhares de leitores em todo o mundo. Um de seus admiradores mais famosos é o também escritor Charles Bukowski (1920-1994). Ele escreveu, em 1980, um prefácio para o livro, que faria parte das edições publicadas a partir daquele ano. Ele está presente na nova edição que tenho em mãos, a 6ª, e quase me fez chorar. Resolvi então reproduzir algumas linhas escritas por Bukowski:
“Então, um dia, puxei um livro e o abri, e lá estava. Fiquei parado de pé por um momento, lendo. Como um homem que encontrara ouro no lixão da cidade, levei o livro para uma mesa. As linhas rolavam facilmente através da página, havia um fluxo. Cada linha tinha sua própria energia e era seguida por outra como ela. A própria substância de cada linha dava uma forma à página, uma sensação de algo entalhado ali. E aqui, finalmente, estava um homem que não tinha medo da emoção. O humor e a dor entrelaçados a uma soberba simplicidade. O começo daquele livro foi um milagre arrebatador e enorme para mim.”

Mas, como eu dizia, Arturo Bandini vive em Los Angeles, para onde se mudou com o objetivo de tornar-se um grande escritor (isso eu não tinha dito).
Em suas andanças pela cidade empoeirada (em várias passagens Bandini diz que tudo está coberto por pó), ele conhece Camilla Lopez, uma bela mexicana, garçonete de um bar. Seu primeiro contato com ela não é lá muito amigável. Ela lhe serve um café, que “era um café muito ruim”. E Bandini, que não tem papas na língua, termina por ofender Camilla. E ela a ele. Isso é uma constante em seus encontros. Sim, porque eles se encontram várias vezes. Bandini passa a ir ao bar com alguma freqüência, apenas para ver – e ofender – Camilla.
As ofensas quase sempre são impensadas. Resultado do temperamento tempestuoso do aspirante a escritor. E essas ofensas sempre são motivos de arrependimento. Bandini ama Camilla, e tem raiva disso. E essa raiva é o que o faz destratá-la. Ele pensa ser superior à mexicana. Mas, no fundo, sabe que ambos são iguais; o sobrenome “não-americano”, a origem pobre, o preconceito que eles enfrentam. O romance se passa na década de 30. Se ainda hoje existe preconceito em relação aos latino-americanos nos EUA, imagine naquela época? Bandini só foi aceito no hotel depois de muito insistir, e de mostrar um exemplar da revista que havia publicado um conto seu, “O cachorrinho riu”. Segundo ele, “uma história que você não consegue parar de ler, e não era sobre um cachorro: uma história inteligente, de gritante poesia.” Pode-se ver que a modéstia não é o forte de Arturo Bandini.
Na verdade, Bandini é atormentado pelo fantasma do que ele quer ser, que contrasta com o homem que ele é. Quer ser um escritor rico e famoso, mas tudo o que tem são algumas poucas roupas velhas, uma máquina de escrever e um único conto publicado em uma revista. Ninguém o conhece, ninguém à sua volta se interessa por sua carreira literária. Bandini quer amar muitas mulheres, mas tem medo delas. Tem medo de Camilla, tem medo de Vera Rivken (uma misteriosa mulher com quem tem um “caso”), e até de uma prostituta que lhe oferece seus serviços.
Arturo resolve escrever uma carta ao editor da revista que publicara “O cachorrinho riu”, contando seus problemas e suas angústias. Para sua sorte, o editor publica sua carta, retirando apenas a saudação e o final dela, como se fosse um conto.
“Caro sr. Bandini: Com seu consentimento vou tirar a saudação e o final de sua longa carta e publicá-la como um conto em minha revista. Parece-me que o senhor fez um belo trabalho aqui. Acho que ‘As colinas distantes perdidas’ daria um excelente título. Meu cheque está em anexo. Sinceramente, J.C. Hackmuth”.
Depois disso é que ele conhece Vera. E ela desaparece da vida de Bandini da mesma forma que apareceu, muito rapidamente. Mas ela é a responsável pela sua grande virada como escritor: Bandini escreve um romance sobre a vida de Vera Rivken. Que é aceito e publicado por Hackmuth. O leitor precisa ter cuidado ao chegar nessa parte do livro. Pois pode correr o risco de comemorar o contrato de Bandini como se estivesse comemorando um título de copa do mundo.
“O milagre aconteceu. Aconteceu assim: eu estava de pé à janela do meu quarto, observando um percevejo que rastejava ao longo do peitoril. Eram três e quinze de uma tarde de quinta-feira. Ouvi baterem à porta. Abri e lá estava ele, um estafeta dos telégrafos. Assinei o recibo, sentei-me na cama e pensei se o vinho finalmente acabara com o coração do Velho. O telegrama dizia: seu livro aceito enviando contrato hoje. Hackmuth. Era tudo. Deixei o papel flutuar até o tapete. Fiquei sentado ali. Então abaixei-me até o chão e comecei a beijar o telegrama. Rastejei para baixo da cama e simplesmente fiquei ali. Não precisava mais da luz do sol. Nem da terra, nem do céu. Simplesmente fiquei ali, feliz de morrer. Nada mais podia acontecer a mim. Minha vida havia terminado.”
Mas não, não havia terminado. “Arturo Bandini, o romancista. Com renda própria, feita escrevendo contos”, não se sentia completo. Camilla, a mulher que ele tanto desejava, amava outro homem. Um homem estranho, doente e que não a amava. Ou amava? Bandini tenta, a todo custo, trazer Camilla para perto de si. Mas não é fácil conquistar o amor de uma mulher. Ainda mais quando ela ama um outro homem.
Passei muito tempo querendo ler “Pergunte ao pó”. A vontade veio quando li um trecho do prefácio de Bukowski. Por uma série de motivos, não pude lê-lo na época. Foi até melhor assim. O romance é impressionante, em todos os sentidos. O jovem que eu era há 4 ou 5 anos talvez não estivesse preparado para ele. Mas agora sei e entendo porque “Pergunte ao pó” é um livro tão querido e tão importante, e continua influenciando e emocionando seus leitores até os dias de hoje.