quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

play list internacional tumblr


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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Play list tumblr

Speechless (Acoustic Version) – Morning Parade
Wait For The Morning – Amy Stroup
Up In Flames - Coldplay

- Blue Foundation - Eyes On Fire 

Kevin Daniel "Guarded"

Bon Iver - I Can't Make You Love Me

The Fray - Happiness

 

 

 

Não vou te dar

Não vou te dar mil motivos pra ficar.Não vou falar que sou sua melhor opção que igual a mim jamais ira encontra. De uma coisa esteja certa,existe milhões melhores do que eu.Tudo que eu sinto eu coloco em um papel é meu jeito de te falar não importa o tempo eu vou te esperar.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Poemas

Você sabe onde está seu coração?
Você acha que você pode encontrá-lo?
Ou você o trocou por algo
Algum lugar melhor para tê-lo?
Você sabe onde está seu amor?
Você acha que o perdeu?
Você se sentiu tão forte, mas
Nada ficou do jeito que você queria

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sugestão de livros













 






Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão  morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.



Como se já não bastasse

Como se já não bastasse a minha dor de cabeça e todas as minhas rugas, minha mãe fazia questão de me encher o saco, e de ressaltar que ela avisou. Avisou que não seria como eu estava esperando e que choveria ao invés de fazer sol. Tá mãe, você está certa. Como sempre. E eu quebro a cara, de novo. Como sempre. Eu torno à minha cama com o único intuito de esquecer de tudo, inclusive dele. Vou pra cama esquecendo-o no meio do caminho, mas quando lembro que esqueci, já lembro-o de novo. Droga! Essa dor de cabeça está me matando, e a falta dele mata mais ainda. E pra completar todo o meu estresse, minha mãe chama a minha tia linguaruda. Eu juro que se ela vier perguntar como anda o namoro, eu vou dar um tapa na cara dela. Hoje não é o meu dia. Quer dizer, nunca foi. E ela nunca teve tanta intimidade de falar assim comigo. Meu namoro vai bem tia, não tenho novidades e espera só mais um pouquinho, preciso tomar um remédio pra dor de cabeça. Ah, e eu não volto. E ela grita lá do fundo, pedindo realmente um tapa na cara: “Eu acho melhor você passar algum creme anti-rugas.”. Jura tia? É só o que me faltava. Minha mãe e minha tia reunidas em um único objetivo: cagar no que já está cagado. Ou seja, piorar a minha situação. Semana passada eu podia jurar que já tinha passado essa minha mania de querê-lo, querer e querer. Passa, por uma ou duas horas, passa enquanto to vendo aquele filme chato, ou quando estou ouvindo minhas amigas falarem sobre a transa maluca da segunda. Sou convidada para sair e me distrair, mas ainda sim, minhas rugas não me deixam. Tal como ele. E pior que marcas no corpo, são marcas no coração. E eles deixa os dois. Simples. Estudo horas consecutivas e o meu único pensamento é nele. Que idiotice, não é? Até parece que eu sou tão melosa e enjoativa assim. Eu só sou um clone dele, que sofre atoa e que insiste em dançar sozinha. E sabe de uma coisa? É ótimo dançar sozinha. E sabe de mais uma coisa? Seria melhor ainda se eu pudesse dançar com ele. Não há porquê se despedir, se no final ele sempre volta. Volta porque assim como eu, não esquece. Volta porque ele pode até preferir um open bar ou uma festinha “suck my ass, i’m free”, mas ainda sim, prefere estar comigo deitado debaixo de um cobertor. Aproveite esse tempo que seu orgulho está no topo, e seja livre. Eu já sou livre, e não preciso querer ser presa a alguém. E é o fim constar que não há mais alternativas além dessa que você escolheu. Boa sorte. Você escolheu, apenas não volte querendo uma segunda chance ou pedindo desculpas. Quem faz 2, pode não fazer 3. Mas quem faz 10, com certeza fará 11. Porque seria muito simples, você sair pra ver como é o mundo lá fora, sabendo que pode voltar pra casa, e encontrar roupa lavada, café na mesa, e uma mulher pra te dar o que quiseres. É simples demais amar feito macaco, que pula de galho em galho. Quero ver aturar tudo, esse conjunto que nós mulheres carregamos. É por isso que nós não fomos feitas para homenzinhos, desses que se desculpam por tudo, e que acabam tendo tudo para se desculpar no final. Desculpas são utilizadas quando se pisa no pé de alguém, ou quando se esbarra. Quando você deixa uma mulher com dor de cabeça por mais de uma semana, com rugas mais visíveis que o visível e com uma saudade imensa, não há pedido de desculpa ou perdão que resolva. Não precisava ser assim. Não precisava existir um adeus. Não precisava existir um termo de “assina aqui e malas despachadas em cada casa”. Era pra ser tudo, menos essa merda que você fez a gente se tornar. Mas, deixa pra lá, não tem melhor jeito de dizer adeus. Vai ver minha mãe fala para entregar a Deus pra descarregar um pouco dessa bagagem exaustiva e dramática de mim. “Menina tu passa por 3 quilômetros de distância e a gente já sabe que você está de mal humor.” Não é mal humor não mãe, é saudade. É que ele saí sem falar nada, e volta falando tudo. E ele poderia vir e dizer logo que, adeus não é a palavra correta pra nós. Dizer que é sexo sem compromisso, ou uma viagem pra espairecer a mente, mas a-d-e-u-s não. Porque sei lá… acho que essa é a única palavra que me desconserta todinha. E por mais que sinta falta, não aceito migalhas. Ou transa ou saí de cima! Não gosto de gente que fala que vai embora, mas que faz questão de voltar pra piorar tudo. Isso é idiotice, coisa de moleque, coisa sua. Sua e de todos os homens comuns que se igualam ao seu nível de querer voltar só quando convir. TOC TOC, “Oi, estive passando por aqui, e está frio. Tem um abrigo pra mim aí?” Não seu canalha, não tem lugar pra você aqui! Você ocupa espaço demais, e você não vale tudo isso. Faz parte de uma brincadeira você largar alguém no meio da noite, sem ao menos um bilhete escrito: “Fui comprar o pão, volto ano que vem.”? Se faz parte da sua brincadeira, parabéns, está efetuando-a muito bem. Odeio desmantelo, odeio desculpas, principalmente quando isso envolve você. Até já imagino a cena: Você me olha com esses seus olhos claros e sorri, como se não houvesse nada a esclarecer. E eu viro as costas, preferindo mil vezes escutar a minha tia chata, do que raciocinar e remoer as suas explicações fajutas. Tia, voltei.
Alugue Felicidade e Orquestrando. 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Uma historia fofa

Havia uma menina, que estava brincando no parque, quando viu uma foto, na grama. Desde aquele dia, ela a guardou, e tentou encontrar a pessoa que nela estava. Sem sucesso. Então, ela se casou e, um dia, seu marido perguntou quem era o garoto que estava em sua carteira. A menina respondeu, “meu primeiro amor”. O rapaz sorriu, e disse: “eu perdi essa foto quando tinha nove anos.