Descobri que não é verdade o que dizem a respeito do passado, essa história de que podemos enterrá-lo. Porque, de um jeito ou de outro, ele sempre consegue escapar.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Te mato lentamente
Você pisou na minha solidão, suas palavras nunca foram inocentes. Sempre flechas apontadas para meu coração. Nossas chances sempre foram minimas, nem ao menos chegaram a ser calculadas. Eu te amo, não ria, é serio. Quer dizer, ria, ria, também acho engraçado, mas não choro nem dou gargalhadas. Você diz que não quer se prender, enquanto eu só quero um abrigo pra ficar. Chega de fazer pouco caso de mim, se um dia você enxergasse o que eu trago no olhar, entenderia. Seu desprezo, seu silêncio, seu esquecimento e agora a tua ausência. Tudo isso me comprime, me deprime. Você vai e vem, nunca fica, abriu um espaço e não preencheu. Minha solidão ficou um pouco mais amarga. Por que entristece esse velho coração? Por que sempre, há tanta dor no amor? A saudade ainda sobrevive, porque ainda te amo.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário